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MPCE denuncia quadrilha por morte de motorista de aplicativo, em Itaitinga/CE-RMF em Agosto deste ano (2020).

A 94ª Promotoria de Justiça de Fortaleza denunciou oito suspeitos de terem assassinado o motorista de aplicativo Alexandre Fernandes, de 32 anos, em agosto deste ano. O homem estava desaparecido havia dois dias quando o seu corpo foi encontrado às margens da BR-116, entre as cidades de Itaitinga e Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Foram denunciados pelo Ministério Público do Ceará (MPCE): Lucas Monteiro de Freitas, o ‘Playboy’; Luan Vitor Araújo Silva; Helry Monteiro Araújo; Bruno Alisson Sousa, o ‘Bruno Poloca’; Vinicius Mahon Paiva; Gilberto Rodrigues Constantino; Alencarlos Lima Pinto, o ‘Gago’; e Paulo Gomes dos Santos Caetano, o ‘Osório’.

De acordo com a denúncia, Luan Vitor “foi quem atraiu a vítima para o assalto, através de um chamado efetuado a partir de um perfil falso cadastrado no aplicativo de mobilidade urbana InDriver”. No local do crime, ‘Osório’ teria abordado Alexandre e anunciado o assalto, mandando a vítima ficar “calma”.

‘Osório’ teria mandado Alexandre parar o carro e estacionar para que Luan Vitor entrasse no veículo. Alexandre teria se assustado com a chegada do comparsa e não quis seguir adiante, tentou tirar o cinto e segurar a arma de ‘Osório’. Em seguida, os dois dispararam projéteis de armas de fogo no motorista. Os demais acusados participaram ou da ocultação do corpo, ou do mando do roubo ou da ocultação de provas que pudessem levar as investigações para o grupo criminoso.

Desta forma, o MPCE pediu que a Justiça aceite a denúncia contra os integrantes da quadrilha de acordo com a participação no delito. Caso o juízo aceite a peça acusatória, os oito se tornam réus.

Lucas Monteiro de Freitas, o ‘Playboy’: participou do crime, estando no carro de apoio;
Luan Vitor Araújo Silva: autor do crime de roubo e disparo contra a cabeça da vítima, e pela ocultação de seu cadáver;
Helry Monteiro Araújo: escondeu Luan Vitor em sua casa, sendo o veículo de apoio usado no crime, de sua propriedade;
Bruno Alisson Sousa, o ‘Bruno Poloca’: mandante do crime de roubo e da ocultação do cadáver da vítima, além de líder da organização criminosa;
Vinicius Mahon Paiva: em relação ao som automotivo da vítima;
Gilberto Rodrigues Constantino: encarregado de guardar o aparelho de rastreamento do carro da vítima e a arma usada no crime de latrocínio, sendo integrante do grupo criminoso;
Alencarlos Lima Pinto, o ‘Gago’: ficava com o produto final dos roubos praticados pela organização criminosa, responsável pelo “desmonte” dos veículos;
Paulo Gomes dos Santos Caetano, o ‘Osório’: autor do crime de roubo e do primeiro disparo contra a vítima, e pela ocultação de seu cadáver.

Fonte: MPCE.

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Sexto suspeito de matar motorista de aplicativo é preso, diz secretário de segurança do Ceará neste sábado 15

O homem, segundo o secretário, é conhecido como “Osório” e foi capturado no município de Caridade. O secretário não repassou mais detalhes sobre a identidade o suspeito.

A Polícia Civil do Ceará prendeu, na noite deste sábado (15), mais um suspeito de envolvimento na morte do motorista Alexandre Fernandes, totalizando seis detidos. A prisão foi divulgada pelo secretário da Segurança Pública, André Costa, em uma rede social, nesta noite.

Conforme o delegado, foram presos Luan Vitor Araújo da Silva, 22 anos e Lucas Monteiro de Freitas, 21 anos, suspeitos de estar no local do crime; Bruno Alisson Sousa, 24, com antecedentes criminais por homicídio, roubo e tráfico de drogas, apontado como articulador do grupo e responsável por planejar as ações criminosas; Helry Monteiro Araújo, 37, com passagens por homicídio e porte ilegal de arma, que, segundo apurações da polícia, teria fornecido o veículo que deu apoio ao crime e escondido o primo Luan; e Vinícius Mahon Paiva, 26, suspeito de comprar os produtos roubados pelo grupo e revendê-los em uma loja de automóveis na capital.

O motorista de aplicativo Alexandre Fernandes, 32, foi morto na noite de segunda-feira (10) logo após o embarque de criminosos, que solicitaram uma corrida, ao se recusar a passar para o banco traseiro do veículo que conduzia, no Bairro Maraponga, em Fortaleza. O corpo de Alexandre foi encontrado dois dias depois do desaparecimento, com machucados pelo corpo e com as mãos amarradas, no Km 30 da BR-116, em Aquiraz, município da Grande Fortaleza. (veja na reportagem abaixo)

A família de Alexandre Fernandes disse que quer realizar a cremação do corpo e entregar as cinzas aos pais dele, no Paraná, estado de origem da vítima. A Defensoria Pública do Estado do Ceará (DPCE) pediu na Justiça autorização para que o corpo do motorista seja cremado.

No último contato que fez com a mulher, o motorista de aplicativo informou que estava realizando uma corrida na região do Bairro Mondubim e, em 20 minutos, chegaria em casa. Com a demora do marido, a mulher tentou fazer contato por telefone, mas não obteve êxito, então, passou a rastrear o carro, que apontou a localização próxima à região onde a vítima foi achada. Familiares chegaram a fazer buscas na área antes do achado do corpo.

Os homens presos suspeitos de participar do assassinato de Fernandes fazem parte de uma quadrilha que roubava carros de motoristas de aplicativos e agia há, pelo menos, cinco meses. As informações sobre os primeiros cinco presos foram divulgadas pelo secretário, na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na manhã da sexta-feira (14). A Polícia Civil apreendeu com o grupo dois carros, um revólver e um bloqueador de GPS.

Fonte: G1

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Polícia apaga frase de muro que ‘proibia’ entrada de motorista de aplicativo em Caucaia na manhã desta sexta-feira (14)

A Polícia Militar apagou, na manhã desta sexta-feira (14), uma pichação em um muro no Bairro Jurema, em Fortaleza, que “proibia” a entrada de motoristas de aplicativo no local. O muro continha a frase “por gentileza não enta uber na favela” .

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Polícia Militar realiza diligências para identificar os autores da pichação. “O mesmo trabalho é feito pela SSPDS em diversos bairros da capital e Região Metropolitana, no intuito de apagar mensagens de apologia ao crime”, informou a Pasta.

Procurada, a empresa de transporte por aplicativo Uber informou que não irá se posicionar sobre do caso.

Mapeamento de grupos criminosos

Conforme a SSPDS, no aplicativo Portal do Comando Avançado (PCA) existe a função “Pichação”, desenvolvida em uma parceria entre a SSPDS e o Laboratório de Processamento de Imagem, Sinais e Computação Aplicada (Lapisco), vinculado ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

Nele, os profissionais de segurança pública utilizam um aparelho celular para fotografar as pichações e enviarem para o aplicativo. A coleta de dados permite estabelecer padrões e comportamentos de integrantes de organizações criminosas no Estado.

Crime de pichação
Segundo a Legislação Penal, Lei de Crimes Ambientais, Lei Federal n° 9.605/98, pichação é crime. Conforme o Art. 65, “pichar, grafitar ou por outro meio conspurcar edificação ou monumento urbano: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.”

Fonte: Jornal Caucaia

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Motoristas de aplicativo realizam protesto após profissional ser encontrado morto nesta quinta (13)

Motoristas de aplicativo se reuniram nesta quinta-feira, 13, para protestar após a morte do motorista de aplicativo Alexandre Hablich Fernandes, 32. O profissional estava desaparecido desde a segunda-feira, 10.

Nesta tarde, os veículos transitaram no entorno da Arena Castelão com o nome “luto” nos vidros e também levaram balões pretos. A reivindicação dos profissionais é por mais segurança. O fim da manifestação é na Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), situada na avenida Bezerra de Menezes.

Durante os dois dias de desaparecimento de Alexandre, a esposa e parceiros de aplicativo realizaram uma corrente de divulgação nas redes sociais na tentativa de encontrá-lo. O motorista foi visto pela última vez no bairro Mondubim, no dia 10.

O profissional foi encontrado morto na noite da última quarta-feira, 12, em Itaitinga. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O automóvel que ele utilizava para o trabalho ainda não foi localizado.

No dia 31 de julho, O POVO noticiou o caso do motorista de aplicativo que levou seis tiros e teve se fingir de morto para sobreviver a um ataque de facção em Fortaleza. A situação também foi comentada por profissionais de aplicativo que lamentaram a falta de segurança.

Fonte: Noticias Fortaleza.