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Alta no preço dos alimentos impacta mesa dos mais pobres na pandemia em 2020

Com a redução no valor do auxílio emergencial, famílias terão de reduzir a comida colocada na mesa

Aliado à queda do valor do auxílio emergencial, o aumento dos preços dos alimentos pode fazer com que Brasil volte ao Mapa da Fome. Provocada pela alta do dólar e da demanda, a inflação dos alimentos deve continuar pelos próximos meses.

Para quem gasta tudo ou quase tudo que ganha com comida, não há escapatória diante da inflação dos alimentos: é preciso substituir comida nutricionalmente boa por ultraprocessados. Se o auxílio emergencial ajudou a evitar que muita gente caísse na pobreza e até mesmo tirou muitos da situação de vulnerabilidade, a perspectiva da redução do valor do benefício associada à alta dos preços dos alimentos formam uma equação perigosa.

O benefício de R$ 600, que chegou a R$ 1,2 mil para mães solteiras, começou a ser pago em abril para um período inicial de três meses. Em junho, foi alongado por mais dois meses, e no início de setembro, o governo prorrogou a transferência por mais quatro meses, reduzindo a parcela mensal a R$ 300.

A última parcela será paga em dezembro. A inflação dos alimentos no Brasil, na esteira de demanda maior e da forte desvalorização do real frente ao dólar, deve continuar pelos próximos meses, segundo economistas, e tende a agravar o quadro de insegurança alimentar no país.

“Mesmo com o auxílio emergencial, estamos prevendo que o Brasil esteja voltando para o Mapa da Fome”, afirma a antropóloga Maria Emilia Pacheco, expresidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea) e membro do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN).

Em 2014, o Brasil deixou o Mapa da Fome da ONU — que inclui países em que mais de 5% da população se encontra em pobreza extrema, ganhando menos que US$ 1,90 por dia —, e caminhava a passos largos para voltar a ele, quando foi “salvo” pelo auxílio emergencial. Com certeza, acabando o auxílio emergencial, tem risco de voltarmos. A redução [do valor do auxílio] já vai ser um baque.

Quanto menos se ganha, mais da renda é comprometida com comida. Conforme dados do Datafolha de agosto, a compra de alimentos é o principal destino do auxílio emergencial para 53% dos entrevistados. Entre os que têm renda menor, essa parcela sobe para 61%.

Fonte: JORNAL CAUCAIA

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Quase 1 milhão fica sem auxílio e Bolsa Família por erro do Governo.

Os beneficiários tiveram o auxílio cancelado ou suspenso após uma revisão nos cadastros.

Cerca de 1 milhão de pessoas ficaram sem receber o auxílio emergencial e Bolsa Família em agosto devido a uma falha do governo federal. Os beneficiários tiveram o auxílio cancelado ou suspenso após uma revisão nos cadastros.

O governo afirmou que os prejudicados receberão os recursos atrasados junto com o pagamento de setembro.

Segundo o Ministério da Cidadania, a Controladoria-Geral da União recomendou a suspensão de 613 mil auxílios emergenciais para pessoas inscritas no Bolsa Família, além do cancelamento de 310 mil cadastros. Portanto, com a suspensão, o governo deixou de usar cerca de R$ 550 milhões do orçamento destinado ao pagamento do auxílio emergencial.

“A medida é resultado de um trabalho sistemático realizado pelo governo federal”, informou o Ministério da Cidadania sobre a revisão dos cadastros.

Ainda, explicou que o objetivo é “garantir a melhor aplicação dos recursos públicos e alcançar os cidadãos que se enquadram nos critérios de elegibilidade”.

O beneficiário que está no Bolsa Família e tem direito ao auxílio emergencial não acumula os dois recursos, porém, recebe o mais vantajoso. O valor médio do Bolsa Família é de R$ 190, enquanto o auxílio emergencial em agosto era de R$ 600, ou R$ 1.200 para mulheres chefes de família.

Revisão do Bolsa Família está suspensa

O governo pode revisar o pagamento do auxílio emergencial e até exigir a devolução a quem recebeu o recurso indevidamente. Já o Bolsa Família não pode ser suspenso desde o dia 20 de março

Devido a pandemia, o Ministério da Cidadania suspendeu as revisões dos cadastros do Bolsa Família durante 120 dias. No entanto, o prazo foi ampliado por mais 180 dias em 20 de julho.

Portanto, a pessoa que já era beneficiada pelo o Bolsa Família em março pode ser excluída do auxílio emergencial, mas não pode ficar sem o dinheiro do programa permanente

Auxílios seguem em análise
De acordo com o Ministério da Cidadania, os beneficiários que tiveram o auxílio emergencial cancelados terão o cadastro reanalisado. “Se confirmado que eles atendem aos critérios de recebimento do auxílio emergencial, o pagamento será liberado após a conclusão desse processo”, informou.

Auxílio prorrogado até dezembro
O presidente Jair Bolsonaro anunciou a prorrogação do auxílio emergencial por quatro meses no valor de R$ 300. A extensão do auxílio já foi oficializada por meio de medida provisória e agora terá que ser aprovada por deputados e senadores no Congresso Nacional.

“Não é um valor o suficiente muitas vezes para todas as necessidades, mas basicamente atende. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do valor do Bolsa Família. Então, decidimos aqui, até atendendo a economia em cima da responsabilidade fiscal, fixá-lo em R$ 300”, disse Bolsonaro.

Neste ano, o Executivo depositou cinco parcelas de R$ 600 para os beneficiários do auxílio, visando ajudar os brasileiros de baixa renda, trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados.

O presidente Jair Bolsonaro já havia informado sobre a redução do valor do benefício e argumenta que, se o valo pode parecer pouco para os brasileiros afetados pela pandemia, “é muito para quem paga, no caso, o Brasil”.

De acordo com cálculos feitos pela equipe econômica, o custo mensal do benefício foi de R$ 50 bilhões por mês durante a primeira fase do programa.

Fonte: Notícias Concurseiros.

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Pente-fino nas novas parcelas do auxílio de R$ 300 exclui muitos beneficiários

Com a prorrogação de mais quatro parcelas, que serão pagas até dezembro, o “pente-fino” deve ser intensificado e pode excluir milhares de beneficiários do auxílio.

Com o objetivo de evitar fraudes no pagamento do auxílio emergencial de R$ 300, como as que aconteceram no primeiro semestre do ano, o governo federal editou novos critérios para receber o benefício. De acordo com o Ministério da Cidadania, com a prorrogação de mais quatro parcelas, que serão pagas até dezembro, o “pente-fino” deve ser intensificado e pode excluir milhares de beneficiários.

A Medida Provisória (MP) publicada no Diário Oficial da União e que estabeleceu a prorrogação do auxílio determina que sejam feitas revisões na concessão do benefício para atender aqueles que se enquadram nos critérios de elegibilidade.

Quem não recebe

Quem obteve vínculo empregatício após o início do recebimento do auxílio;

Quem passou a receber benefício previdenciário ou assistencial do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda;

Quem foi colocado na declaração do Imposto de Renda de 2019 como dependente em condição de cônjuge companheiro em que o contribuinte tem filho ou enteado com menos de 24 anos matriculado no ensino superior ou ensino técnico de nível médio;

Quem recebeu em 2019 rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte de mais de R$ 40 mil.

Quem tinha posse ou propriedade de bens ou direitos que vale mais de R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2019;

Quem mora no exterior e detentos em regime fechado também não podem receber auxílio de R$ 300.

Requisitos mantidos

O governo também manteve condições para o pagamento do auxílio emergencial, entre elas estão a e idade mínima de 18 anos, com exceção de mães adolescentes. E o requisito de renda também continua, dessa forma tem direito ao auxílio quem tem renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar total de até três salários mínimos.

Na primeira lei do auxílio, ficavam excluídos os brasileiros que receberam rendas tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018. O valor continua como critérios para as novas parcelas de R$ 300, porém, agora, é considerado o que foi declarado sobre as rendas tributáveis de 2019.

Fonte: JORNAL CAUCAIA

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O Ceará teve 766 pacientes recuperados da Covid-19.

Nas últimas 24h, além de 61 novos casos. Os números são da mais recente atualização do IntegraSUS, plataforma do Governo do Estado, com dados até as 17h27 desta segunda-feira (7).

Com isso, já chegam a 222.473 casos confirmados desde a chegada da pandemia ao Ceará, com 197.105 pacientes recuperados.

Já houve 8.567 óbitos em decorrência da doença no estado. Desses, um foi acrescentado na atualização desta segunda-feira.

No momento, 86.395 pessoas aguardam o resultado de exames. No total, já foram realizados 663.237 testes de coronavírus, segundo o IntegraSUS.

Números da última atualização:

Casos confirmados: 61
Casos recuperados: 766
Óbitos: 1

Números até as 17h27 desta segunda (7):
Casos confirmados: 222.473
Casos recuperados: 197.105
Óbitos: 8.567

Números até as 17h16 deste domingo (6):
Casos confirmados: 222.412
Casos recuperados: 196.339
Óbitos: 8.566

Fonte: IntegraSUS

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Estudo preliminar aponta resultados animadores sobre vacina russa contra COVID-19.

Um grupo de pacientes que participou de um estudo preliminar com a vacina russa contra o coronavírus desenvolveu uma resposta imunológica sem efeitos colaterais graves, de acordo com pubicação da revista científica The Lancet nesta sexta-feira (4).

Esses resultados não provam, contudo, que a vacina, batizada de Sputnik V, protege efetivamente contra a infecção por Covid-19, já que, segundo os cientistas que desenvolveram o antídoto, outros estudos de maior envergadura são necessários

Em 11 de agosto, as autoridades russas anunciaram que sua vacina entrava na terceira e última fase dos ensaios clínicos. Moscou disse, porém, que não esperaria os resultados deste estudo, do qual “milhares de pessoas participam”, porque sua intenção era homologá-la em setembro.

O anúncio foi recebido com ceticismo por muitos pesquisadores e por alguns países, como a Alemanha, que duvidaram de sua eficácia e segurança, principalmente pela falta de dados públicos sobre os testes realizados até o momento.

O presidente Vladimir Putin também afirmou que a vacina garantiu “imunidade de longa duração” contra o novo coronavírus.

Como funciona a vacina
A Sputnik V consiste em dois componentes diferentes, administrados em duas injeções com intervalo de três semanas, relata o estudo publicado na revista médica The Lancet.

É uma vacina de “vetor viral”: usa dois adenovírus humanos (uma família muito comum de vírus) transformados e adaptados para combater a covid-19.

A publicação se baseia em dois pequenos estudos, conduzidos com duas formulações diferentes da Sputnik V, entre 76 voluntários adultos saudáveis.

Ambos concluíram que nenhum dos dois componentes da vacina causou “efeitos indesejáveis graves” e que sua administração sucessiva “gera a produção de anticorpos”.

Eles foram realizados entre 18 de junho e 3 de agosto por pesquisadores dos ministérios russos da Saúde e da Defesa e financiados pelo primeiro.

Vacinas em teste

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem 176 projetos de vacinas em andamento no mundo, com 34 em fase de ensaio clínico. Isso significa que já começaram a ser testados em humanos. Destes, oito estão na fase três, os mais avançados.

Fonte: JORNAL CAUCAIA

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Por que você recebeu um aviso de privacidade do WhatsApp ? na manhã desta quinta-feira (27).

Quem abriu o WhatsApp na manhã desta quinta-feira (27) se deparou com um estranho alerta no topo da tela de conversas. “Toque para ler o novo Aviso de Privacidade – Brasil”, diz a mensagem visível no aplicativo para Android e iOS

Calma, você não foi hackeado nem fez nada de errado (para receber o aviso, pelo menos). Trata-se de uma alteração nos termos de privacidade que você aceita ao instalar o WhatsApp. A atualização é decorrente da nova Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais (LGPD), que entrará em vigor em setembro.

Nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro o projeto de lei de conversão da MP 959/2020 aprovado pelo Senado Federal determinando a entrada em vigência da LGPD nos próximos 15 dias e criando a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

O órgão será responsável por fiscalizar empresas que coletam dados digitais de brasileiros e por garantir que sejam respeitados os termos da LGPD. Em linhas gerais, a lei tem como objetivo proteger a privacidade dos usuários de internet no Brasil garantindo que dados pessoais não sejam explorados sem o consentimento do cidadão.

Toda empresa que coleta dados de usuários de internet no Brasil precisa respeitar a LGPD, e com o WhatsApp não é diferente. Por isso, o aplicativo fez pequenas mudanças em seus termos de uso – aqueles que você marcou como “estou de acordo” ao instalar o app e provavelmente nem leu.

A novidade é que o termo de privacidade do WhatsApp agora deixa explícito que o usuário tem o direito de “acessar, corrigir, portar, eliminar seus dados, além de confirmar que tratamos seus dados”. O mesmo é válido para outras empresas e redes sociais que já alteraram ou terão que alterar em 15 dias seus termos de uso.

Circula nas redes sociais um boato de que clicar no aviso de privacidade que aparece no WhatsApp permitirá que seu número seja clonado. Não é verdade. “Este aviso aparece como notificação num painel horizontal na parte superior da tela das Conversas, com um link ao ‘Aviso de Privacidade no Brasil’ do WhatsApp no qual é totalmente seguro clicar”, disse o WhatsApp em nota à agência Aos Fatos.

Fonte: JORNAL CAUCAIA

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Mulheres têm resposta imunológica mais eficiente à COVID-19, aponta estudo.

Esta é a principal conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e publicada na quarta-feira, 26, na revista científica Nature, uma das mais conceituadas do mundo.

Mulheres têm uma resposta imunológica mais eficiente ao novo coronavírus do que os homens. Esta é a principal conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e publicada na quarta-feira, 26, na revista científica Nature, uma das mais conceituadas do mundo.
Conduzida por cientistas de vários países, inclusive brasileiros, o estudo analisou 98 pacientes (47 homens e 51 mulheres), com média de 60 anos, e identificou que elas desenvolveram uma resposta mais eficiente das células T, aquelas que estimulam a produção de anticorpos ou destroem diretamente as células infectadas pelos vírus, entre eles, o Sars-CoV-2, impedindo a propagação da infecção. Com isso, as mulheres desenvolvem menor número de casos graves de covid.
“Os homens desenvolvem mais respostas inflamatórias de citocinas do que as mulheres no início da covid-19. Além disso, elas apresentam melhor imunidade às células T do que os homens”, afirmou a imunologista Akiko Iwasaki, líder da pesquisa da Universidade de Yale ao Estadão.
As respostas inflamatórias envolvem reações do sistema imunológico que causam o que é conhecido como “tempestade de citocinas” no corpo. Grosso modo, as citocinas são proteínas que estimulam o sistema imunológico. No estudo, os cientistas perceberam que elas estavam elevadas em todos os pacientes com covid-19 em relação a quem não tinha a doença (grupo controle). “E os homens tiveram mais citocinas do que as mulheres”, disse Akiko.
Os pesquisadores alertaram que o quadro grave de uma doença não está relacionado apenas ao funcionamento do sistema de defesa do corpo. Existem diferenças hormonais e comportamentais que podem ser associadas aos quadros mais graves. A pesquisa procura caracterizar apenas a resposta imune de homens e mulheres. O estudo também não ofereceu uma razão para essas diferenças.

Mesmo assim, o estudo oferece uma contribuição importante para um cenário que intriga os cientistas desde o início da pandemia: os homens mais velhos, acima de 60 anos, têm maior risco de adoecer e morrer do que as mulheres da mesma idade. Isso se reflete nas estatísticas. Os homens representam 60% das mortes por covid-19 no mundo. No Estado de São Paulo, o último boletim epidemiológico aponta que entre as vítimas estão 16.836 homens e 12.358 mulheres.
Embora investigue um grupo relativamente pequeno, na opinião do virologista Paulo Eduardo Brandão, o estudo é importante ao apontar certo equilíbrio entre os sexos diante da pandemia. “Os homens têm uma resposta imune menor, mas as mulheres apresentam maior severidade de sintomas. O estudo é útil para nós pensarmos como espécie e não apenas como indivíduos. Surge daí um equilíbrio entre os sexos diante dos efeitos da doença”, avaliou.
Sistema imunológico
O desenvolvimento de respostas imunológicas mais rápidas e mais fortes entre as mulheres no combate ao coronavírus pode estar relacionado à proteção contra os patógenos para a gestação. Por outro lado, um sistema imunológico em alerta constante pode ser prejudicial. Muitas doenças autoimunes, caracterizadas por uma resposta imunológica desproporcional, são mais prevalentes em mulheres.
A eficiência da resposta feminina em relação à masculina prevalece mesmo em idades avançadas. Quanto mais velhos os homens, mais fracas são as respostas das células T.
As conclusões da pesquisa indicam que os homens, principalmente acima dos 60 anos, serão os mais beneficiados quando a vacina for descoberta. Em termos práticos, empresas e instituições que buscam o imunizante contra o coronavírus podem ter de considerar os dados por sexo na definição da dosagem da vacina, por exemplo.

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.

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Coçar os olhos pode desencadear doença séria, principalmente, entre os 10 e 25 anos de idade.

Enfermidade hereditária atinge população mais jovem e pode se agravar com hábitos como coçar os olhos

Coçar os olhos, um ato aparentemente inofensivo e comum para muitos, pode trazer mais malefícios do que se possa imaginar. Um deles é o desencadeamento do ceratocone, doença que se apresenta como uma deformação da córnea. De caráter hereditário, a doença evolui lentamente e se manifesta, principalmente, entre os 10 e 25 anos de idade. A necessidade em atentar para os cuidados com a visão é crucial para preservar a saúde da visão e evitar maiores complicações.

A enfermidade é capaz de alterar a estrutura da córnea, que funciona como uma lente sobre a íris e a pupila, que projeta luz sobre a retina. O resultado? A visão fica irregular, como se estivesse embaçada, enquanto a projeção de imagens nítidas fica comprometida. O problema pode resultar até mesmo no desenvolvimento de astigmatismo irregular e miopia. “O ceratocone é uma doença de caráter hereditário, que evolui lentamente e se manifesta, principalmente, entre os 10 e 25 anos de idade. Contudo, pode progredir até os 40 anos ou estabilizar conforme o passar do tempo”, relata a oftalmologista Renata Vasconcelos.

Conforme destaca a especialista, os sintomas podem ser diferenciar entre os dois olhos e, mesmo com óculos, a pessoa corre o risco de ter problemas ao enxergar. Além disso, a pessoa acometida pela doença pode ter o comprometimento da visão noturna, sensibilidade à luz e visão dupla.

O tratamento vai desde a utilização de óculos ao transplante de córneas. Os procedimentos disponíveis incluem intervenção para fortalecimento de moléculas de colágeno da córnea a anéis intracorneais voltados à regularização da curvatura da córnea.

Fonte: Jornal Caucaia

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Correios reforçam efetivo para cumprir entregas, mais de 1,2 milhão de encomendas foram entregues no fim de semana.

Diante de greve, os Correios informaram no ultimo dia 24 que entregaram no último fim de semana, dias 22 e 23/08, mais de 1,2 milhão de cartas e encomendas em todo o país. Esse número só foi possível porque a empresa contou com o reforço de empregados da área administrativa e de veículos extras. Isso porque os funcionários da estatal entraram em greve na semana passada.

Segundo a empresa, a rede de atendimento segue aberta em todo o país e os serviços, inclusive o SEDEX e o PAC, continuam ativos. Mas as postagens com hora marcada, suspensas desde o início da pandemia, ainda estão indisponíveis. “A Coleta Programada não sofreu alteração, assim como a Logística Reversa, que permanece operando normalmente em nossas agências, bem como o serviço de telegrama, que continua sendo prestado com um acréscimo de um dia ao prazo previsto de entrega”, afirmou a empresa.

Greve

Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), parte dos trabalhadores decidiu cruzar os braços em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. A categoria também reivindica mais atenção, por parte da empresa, quanto aos riscos que o novo coronavírus representa para os empregados.

Em nota à imprensa, a empresa afirma que “têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios dos empregados”. Os Correios também dizem que a paralisação dos funcionários traz prejuízos financeiros à empresa e “a inúmeros empreendedores brasileiros”.

Além disso, os Correios entendem que o movimento grevista “afeta a imagem da instituição e seus empregados perante a sociedade”. “Os Correios esperam que os empregados que aderiram ao movimento paredista, cientes de sua responsabilidade para com a população, retornem ao trabalho nesta segunda-feira”, diz a nota.

A Fentect, por sua vez, divulgou uma nota hoje criticando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu o acordo coletivo dos trabalhadores da empresa, e prometeu intensificar a greve. “Quanto a continuidade da greve, a direção da Fentect e os sindicatos decidiram pela manutenção e ampliação do movimento, sendo este o único capaz de fazer com que venhamos garantir nossos direitos. A Fentect continuará desenvolvendo ações para garantir a manutenção dos direitos dos ecetistas junto aos sindicatos”, disse a federação sindical.

Fonte: Plantão 24 Horas.

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Governo adia anúncio de prorrogação do benefício e novo prazo é revelado nesta quarta (26)

Benefício já contemplou mais de 66 milhões de brasileiros desde o início da pandemia da Covid-19.

Diferentemente do que se esperava, o governo federal não vai mais realizar o evento para anunciar medidas voltadas para a geração de emprego e renda nesta teça-feira (25). Na cerimônia que seria realizada no Palácio do Planalto a equipe econômica de Bolsonaro anunciaria o Renda Brasil, bem como a prorrogação do Auxílio Emergencial, entre outras iniciativas.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, apesar de uma nova data ainda não ser fixada, a intenção do governo federal é apresentar as novas medidas até a próxima semana. O evento é tratado nos bastidores como o grande anúncio para a retomada do país pós-pandemia.

Ainda segundo o periódico, ainda há divergências acerca do programa Renda Brasil, que deve ficar no lugar do Bolsa Família no próximo ano. Pendências no prazo de início, bem como valores são os principais entraves.

Indefinição no Auxílio Emergencial

Na última sexta-feira, Bolsonaro confirmou a continuidade do benefício até dezembro. Presente em um evento no Rio Grande do Norte, o chefe do Executivo garantiu a manutenção do programa, mas afirmou que os novos valores não haviam sido definidos. Internamente, há uma divisão quanto às cifras das novas parcelas. Enquanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, propõe um valor de R$ 200, a equipe política do governo quer uma quantia maior para cada parcela.

Vale lembrar que depois de firmado pelo governo federal, a extensão do Auxílio Emergencial ainda depende de aprovação do Congresso Nacional, fato que não tido como entrave.

A quinta e última parcela prevista – conforme na prorrogação vigente anteriormente – começou a ser paga para beneficiários do Bolsa Família na última terça (18), e será iniciada para os demais grupos cadastrados via site, aplicativo ou Cadastro Único a partir desta sexta-feira (28).

Fonte: Notícias 24 horas.